quarta-feira, 20 de agosto de 2008
"Ela fechava a porta do quarto enquanto nos preparávamos pra dormir. Vestia apenas uma longa e batida camiseta que lhe servira de camisola nos últimos anos. O perfume de seu sabonete já invadia o quarto e nublava os meus sentidos. Quando ela se virou, eu estava sentado na beira da cama. Nossos olhos se encontraram e nos fitamos por um instante silencioso. Ela conhecia aquele meu olhar. Conhecia aqueles olhos de filhotinho abandonado implorando por um toque quente e acolhedor, sabia o que eu queria, o que eu precisava. Sem dizer nada, ela apenas sorriu em consenso, e se dirigiu à nossa cama. Passou por cima de mim e se aconchegou do meu lado. Deitou com sua barriga pra cima como se estivesse dizendo estar pronta para dar o que eu queria. Então me virei pro seu lado e repousei meu rosto em seu seio. Fechei meus olhos e tudo começou a desaparecer. Minha mente se esvaziara, já não pensava mais nos problemas corriqueiros do cotidiano, não me preocupava mais. Já não tinha mais importância. Então senti o toque delicado de seus dedos em meu rosto, me acariciando com toda a ternura de sua pele macia. Cada toque seu enviava uma onda de eletricidade por todo o meu corpo, criando a sensação de que eu estava flutuando. Foi nesse instante em que eu adormeci, tão próximo de seu coração, protegido pelos seus toques gentis e carinhosos."
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Kids Will Be Kids...
...ontem à noite eu tava assistindo LA Ink. No episódio, a Kat ia receber a visita do pai dela, e por conta disso, estava muito nervosa. Era a primeira vez que ele ia visitar a loja dela.
Em uma parte do programa, estavam os dois sentados em um café conversando, e a Kat dizendo que tudo era muito difícil e era muita responsabilidade, e o pai dela, consolando e dand conselhos e palavras de conforto.
O que eu achei engraçado nisso tudo é que durante toda essa conversa deles, ela me pareceu uma menininha assustada.
Acho engraçado, né... podemos nos tornar adultos, criar famílias, ter todas as nossas responsabilidades, mas perto de nossos pais (e provavelmente sob os olhos deles) sempre seremos crianças.
Em uma parte do programa, estavam os dois sentados em um café conversando, e a Kat dizendo que tudo era muito difícil e era muita responsabilidade, e o pai dela, consolando e dand conselhos e palavras de conforto.
O que eu achei engraçado nisso tudo é que durante toda essa conversa deles, ela me pareceu uma menininha assustada.
Acho engraçado, né... podemos nos tornar adultos, criar famílias, ter todas as nossas responsabilidades, mas perto de nossos pais (e provavelmente sob os olhos deles) sempre seremos crianças.
terça-feira, 24 de junho de 2008
Constatação Interessante...
...tava pensando na vida hoje, e percebi uma coisa que eu não tinha notado sobre mim ainda: eu sou péssimo com rompimentos. De qualquer tipo.
- De todos os meus empregos até hoje, não teve UM que eu não tenha saído brigado com alguém (geralmente com os chefes)
- Meu único namoro, rerminou mal e não nos falamos hoje em dia.
- Meus amores anteriores, acabaram em briga
- Algumas amizades terminadas recentemente, em briga também.
Eu comecei pensando nos meus empregos, revisei umpor um e vi que em nenhum delessaí numa boa. Uma coisa acabou puxando a outra e percebi que toda vez que precisei terminar alguma relação com alguém, acabou mal.
Falta descobrir se é coincidência ou se o problema sou eu mesmo.
- De todos os meus empregos até hoje, não teve UM que eu não tenha saído brigado com alguém (geralmente com os chefes)
- Meu único namoro, rerminou mal e não nos falamos hoje em dia.
- Meus amores anteriores, acabaram em briga
- Algumas amizades terminadas recentemente, em briga também.
Eu comecei pensando nos meus empregos, revisei umpor um e vi que em nenhum delessaí numa boa. Uma coisa acabou puxando a outra e percebi que toda vez que precisei terminar alguma relação com alguém, acabou mal.
Falta descobrir se é coincidência ou se o problema sou eu mesmo.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Pretexto...
...a gente arranja um quando queremos afastar alguém de perto da gente, mas nosso motivo não é plausível ou maduro o suficiente.
;)
;)
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Amor Latente...
...é aquela blusa que a gente não usa mais. A gente sabe onde tá, sabe que tá guardadinha, mas não usa. Não por enquanto. Mas a gente não conseguiu jogar ela fora, né. Porque algo nos dizia que um dia a gente talvez ainda fosse precisar dela. Ou porque era uma blusa que a gente gostava demais pra simplesmente se desfazer. Então deixamos ela ali no cantinho do guarda-roupa. Talvez nunca mais precisaremos dela, mas sabemos onde ela está.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
It's Quiet Now...
...de alguma forma, voltar a falar com a Nayara me trouxe uma certa paz. Já faziam alguns meses que eu andava em uma maré ruim. Cada dia era uma coisinha chata que acontecia que levava um pedaço do meu ânimo. Stress, cansaço, desilusões, um monte de coisa. E aos poucos eu fui ficando amargo, as coisas se acumulando e eu ficando pior.
Eis que na quinta passada a janelinha do MSN sobre. Fiquei bastante surpreso. Nunca neguei que tinha saudades dela. Mas também fiquei muito feliz. Aquela conversa, a primeira em meses, me fez sorrir.
Já se passou um tempo desde que nos voltamos a nos falar, e eu percebi que me sinto... aliviado. Tudo que me incomodava, que me preocupava, parece ter menos peso, menos importância. Não falamos sobre nada demais, nem nos falamos muito desde então. Mas o ato em si dela voltar a falar comigo fez com que eu me sentisse mais leve, deu fôlego novo pra enfrentar tudo isso.
Não estou falando de sentimentos. Nem meus nem dela. Não estou pensando nisso, e não quero me preocupar. Não importa. O que importa é que eu tô melhor, com uma atitude simples.
Antes tava tudo agitado dentro da minha cabeça; Tudo bagunçado, girando, caótico. E agora está quieto, tranquilo, sorrindo. Tá tudo mais leve.
É como se eu tivesse ganhado colo, sabe?
Eu não entendo porquê isso é assim. E não quero entender. Simplesmente vou sorrir e aceitar porque tá bom assim.
Eis que na quinta passada a janelinha do MSN sobre. Fiquei bastante surpreso. Nunca neguei que tinha saudades dela. Mas também fiquei muito feliz. Aquela conversa, a primeira em meses, me fez sorrir.
Já se passou um tempo desde que nos voltamos a nos falar, e eu percebi que me sinto... aliviado. Tudo que me incomodava, que me preocupava, parece ter menos peso, menos importância. Não falamos sobre nada demais, nem nos falamos muito desde então. Mas o ato em si dela voltar a falar comigo fez com que eu me sentisse mais leve, deu fôlego novo pra enfrentar tudo isso.
Não estou falando de sentimentos. Nem meus nem dela. Não estou pensando nisso, e não quero me preocupar. Não importa. O que importa é que eu tô melhor, com uma atitude simples.
Antes tava tudo agitado dentro da minha cabeça; Tudo bagunçado, girando, caótico. E agora está quieto, tranquilo, sorrindo. Tá tudo mais leve.
É como se eu tivesse ganhado colo, sabe?
Eu não entendo porquê isso é assim. E não quero entender. Simplesmente vou sorrir e aceitar porque tá bom assim.
Assinar:
Postagens (Atom)