"Cansei de ser bonzinho". Já perdi a conta de quantos posts eu comecei assim. E nunca deixei de ser bonzinho.
O fato é que não estou acostumado a não gostarem de mim. Muito pelo contrário. Então quando eu me deparo com isso, fico incomodado e curioso. Pelo menos até eu ligar o foda-se. Porque aprendi a não me estressar muito com quem não gosta de mim.
Dessa vez, eu lavo as mãos e digo que a culpa não foi minha. Fiz o que me pediram e tentei. Mas foi tentando que descobri que as coisas não deveriam ter mudado. Eu quis, e tentei. Mas só eu quis isso.
E quando dois não querem...
Talvez essa pessoa até tenha motivos pra não gostar de mim. Se ela souber mais do que deve, ou tiver um bom senso de dedução, admito minha "culpa". Eu faria o mesmo no lugar dela.
Caso contrário, bem, eu simplesmente não entendo. Mas também vou desistir de entender. Ir a favor da maré é mais conveniente nesse caso, esse resultado também vai me satisfazer.
A parte cansativa vai ser andar sobre ovos e ter que ficar tomando cuidadinhos irritantes pra situação não tomar as proporções erradas.
De resto, o que posso dizer... eu tentei...
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Trenzinho da Alegria...
...hoje eu tive mais um daqueles sonhos estranhos com morte. Esse não foi tão assustador, mas teve lá suas estranhezas.
Sei que de repente me vi em uma estação de trem, igual as que têm aqui em São Paulo. Era de noite, e a única luz na estação era a da lua cheia. A estação estava vazia, com exceção de uns 3 casais, e o Sr. Homero, o motorista da empresa onde trabalho.
Uma hora, chegou um trem, parecido com o que eu pego pra vir trabalhar (inclusive, o mesmo que peguei hoje, de 6 vagões), mas todo quebrado e pichado e sujo. Quando ele parou na estação, o Sr. Homero disse pra gente entrar. Quem fazia o meu casal era a Amy Whinehouse, e ela entrou comigo e mais dois casais.
Lá dentro, o Sr. Homero explicou que era o cocheiro, e que estávamos naquele trem esperando por nossa morte. O vagão era bem espaçoso, parecia uma sala, e não tinha nada dentro dele. O chão estava sujo, com papéis e entulhos espalhados por todos os cantos. Haviam algumas lousas viradas pra baixo no chão. O cocheiro disse que tinha uma lousa pra cada um, e nela estava escrito como você ia morrer naquela noite. Porém, você não era obrigado a virar a lousa.
Não lembro quem virou a lousa, mas sei que não aguentei e virei a minha. Dizia "terá o olho perfurado pelo dente de uma mulher e sangrará até a morte".
Logo depois disso, a porta do trem se abriu enquanto ainda estava em movimento, e estávamos sobre uma ponte em cima do mar. Quando a porta se abriu, um casal se jogou e caiu na água. A Amy foi junto, e eu pulei atrás dela. Ela começou a se debater na água dizendo que não sabia nadar, e eu fui tentar salvá-la. Ela se debatia muito, e eu notei que ela usava um colar com dentes afiados de algum animal. Na hora deduzi que aquele podia ser o dente de mulher que a lousa se referia, e que eu morreria tentando salvá-la. Provavelmente teria o olho perfurado enquanto ela se debatia. Mas fui em frente mesmo assim.
Eu a segurei nos braços e tentei salvá-la, mas o sonho terminou por aí.
Sei que de repente me vi em uma estação de trem, igual as que têm aqui em São Paulo. Era de noite, e a única luz na estação era a da lua cheia. A estação estava vazia, com exceção de uns 3 casais, e o Sr. Homero, o motorista da empresa onde trabalho.
Uma hora, chegou um trem, parecido com o que eu pego pra vir trabalhar (inclusive, o mesmo que peguei hoje, de 6 vagões), mas todo quebrado e pichado e sujo. Quando ele parou na estação, o Sr. Homero disse pra gente entrar. Quem fazia o meu casal era a Amy Whinehouse, e ela entrou comigo e mais dois casais.
Lá dentro, o Sr. Homero explicou que era o cocheiro, e que estávamos naquele trem esperando por nossa morte. O vagão era bem espaçoso, parecia uma sala, e não tinha nada dentro dele. O chão estava sujo, com papéis e entulhos espalhados por todos os cantos. Haviam algumas lousas viradas pra baixo no chão. O cocheiro disse que tinha uma lousa pra cada um, e nela estava escrito como você ia morrer naquela noite. Porém, você não era obrigado a virar a lousa.
Não lembro quem virou a lousa, mas sei que não aguentei e virei a minha. Dizia "terá o olho perfurado pelo dente de uma mulher e sangrará até a morte".
Logo depois disso, a porta do trem se abriu enquanto ainda estava em movimento, e estávamos sobre uma ponte em cima do mar. Quando a porta se abriu, um casal se jogou e caiu na água. A Amy foi junto, e eu pulei atrás dela. Ela começou a se debater na água dizendo que não sabia nadar, e eu fui tentar salvá-la. Ela se debatia muito, e eu notei que ela usava um colar com dentes afiados de algum animal. Na hora deduzi que aquele podia ser o dente de mulher que a lousa se referia, e que eu morreria tentando salvá-la. Provavelmente teria o olho perfurado enquanto ela se debatia. Mas fui em frente mesmo assim.
Eu a segurei nos braços e tentei salvá-la, mas o sonho terminou por aí.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Wild Chemistry...
...não consigo entender o que tem em você que mexe comigo desse jeito. Nunca vi isso antes, nunca me senti assim. E nunca encontrei alguém que mexesse comigo desse jeito, que alterasse tanto a minha química com tão pouco.
Tudo parece tão normal e inocente... Até o instante em que eu te toco.
Quando encosto em você sinto calor, sinto um fogo ardendo dentro de mim. Minha mente apaga qualquer traço de racionalidade e tudo fica escuro. A única coisa que sobra são os meus sentidos que ficam aguçados pelo choque das minhas mãos em seu corpo. Seu cheiro me enlouquece, me faz querer apertar seu corpo contra o meu, sentir seu suor e sua pele, seu calor. Eu te mordo e você responde encravando suas unhas em minhas costas. Aperto partes do seu corpo o mais forte que consigo, e sinto seu hálito quente e úmido se misturando ao meu. Tudo se torna selvagem e irracional, apenas instintos.
E no fim só sobra nossos corpos inertes e embriagados, tentando recuperar o fôlego até passar aquela tontura.
Tudo parece tão normal e inocente... Até o instante em que eu te toco.
Quando encosto em você sinto calor, sinto um fogo ardendo dentro de mim. Minha mente apaga qualquer traço de racionalidade e tudo fica escuro. A única coisa que sobra são os meus sentidos que ficam aguçados pelo choque das minhas mãos em seu corpo. Seu cheiro me enlouquece, me faz querer apertar seu corpo contra o meu, sentir seu suor e sua pele, seu calor. Eu te mordo e você responde encravando suas unhas em minhas costas. Aperto partes do seu corpo o mais forte que consigo, e sinto seu hálito quente e úmido se misturando ao meu. Tudo se torna selvagem e irracional, apenas instintos.
E no fim só sobra nossos corpos inertes e embriagados, tentando recuperar o fôlego até passar aquela tontura.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Argh...
...e aí que desde quinta feira passada só tenho acumulado preocupações atrás de preocupações. E uma acaba sendo tão mais pesada do que a outra que ela sobrescreve a anterior.
E quando eu começo a me preocupar assim, começo a somatizar também. Então junto com a preocupação vem dor de cabeça, tontura, dor de estômago, enjôo, ansiedade...
E eu tô me sentindo tão fudido que não sei nem com qual dos probelmas devo me preocupar mais. Me sentindo meio desnorteado e sem saber o que fazer.
E quando eu começo a me preocupar assim, começo a somatizar também. Então junto com a preocupação vem dor de cabeça, tontura, dor de estômago, enjôo, ansiedade...
E eu tô me sentindo tão fudido que não sei nem com qual dos probelmas devo me preocupar mais. Me sentindo meio desnorteado e sem saber o que fazer.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Como é cansativo tentar esquecer alguém...
Ter que ficar se policiando toda hora pra manter os pés no chão e não ficar vendo coisas que não existem... Coisas que você usa pra se enganar, como uma droga, porque essa ficção criada na sua mente soa mais interessante do que a realidade. Só que como qualquer droga, uma hora o efeito passa, e o que sobra é a verdade.
Ter que fazer um esforço contínuo pra manter os pés no chão, pra ficar de olhos abertos e tentar enxergar tudo de forma lúcida... isso consome demais do seu tempo e da sua energia. Consome até a energia que você guarda pras outras coisas. Tem hora que fica insuportável, e dá desespero só de imaginar a dedicação que isso exige. E qualquer um sabe que não dá, não o tempo todo. Porque você precisa voltar sua atenção pra outras coisas. E aí tudo acaba escapando do controle.
É duro se esforçar pra não saber as coisas que acontecem, os detalhes. E mesmo assim, parece que nunca dá certo. Sempre acabamos ouvindo o que não queremos, e não precisa de muito mais do que isso pra estragar o dia. Também é difícil não poder dizer muitas coisas. Talvez essa seja a parte mais difícil.
Ficar se policiando pra não ficar disputando com quem você não tem a menor chance de ganhar. Tão inexistente essa chance que não há nem uma disputa. Ela só existe na sua cabeça, é só você competindo sozinho.
Também não dá pra fingir o tempo todo que nada aconteceu e que está tudo bem. Não dá pra guardar tudo e não dá pra acreditar o tempo todo que se você não falar mais sobre isso, uma hora vai desaparecer. Ou pelo menos perder a importância. Ficar tentando equilibrar as coisas, não deixar transparecer o que você sente (se bem que nunca me esforcei muito pra esconder também), tudo porque é insuportável a idéia de que as coisas mudem de novo.
Já deixou de ser bonitinho. Já deixou de ser um sentimento gostoso.
Fazer tudo isso exige demais de mim. Não dá pra aguentar o tempo todo.
E o pior é não saber o que fazer. São mais horas e horas gastas pensando e tentando descobrir o próximo passo.
Ter que ficar se policiando toda hora pra manter os pés no chão e não ficar vendo coisas que não existem... Coisas que você usa pra se enganar, como uma droga, porque essa ficção criada na sua mente soa mais interessante do que a realidade. Só que como qualquer droga, uma hora o efeito passa, e o que sobra é a verdade.
Ter que fazer um esforço contínuo pra manter os pés no chão, pra ficar de olhos abertos e tentar enxergar tudo de forma lúcida... isso consome demais do seu tempo e da sua energia. Consome até a energia que você guarda pras outras coisas. Tem hora que fica insuportável, e dá desespero só de imaginar a dedicação que isso exige. E qualquer um sabe que não dá, não o tempo todo. Porque você precisa voltar sua atenção pra outras coisas. E aí tudo acaba escapando do controle.
É duro se esforçar pra não saber as coisas que acontecem, os detalhes. E mesmo assim, parece que nunca dá certo. Sempre acabamos ouvindo o que não queremos, e não precisa de muito mais do que isso pra estragar o dia. Também é difícil não poder dizer muitas coisas. Talvez essa seja a parte mais difícil.
Ficar se policiando pra não ficar disputando com quem você não tem a menor chance de ganhar. Tão inexistente essa chance que não há nem uma disputa. Ela só existe na sua cabeça, é só você competindo sozinho.
Também não dá pra fingir o tempo todo que nada aconteceu e que está tudo bem. Não dá pra guardar tudo e não dá pra acreditar o tempo todo que se você não falar mais sobre isso, uma hora vai desaparecer. Ou pelo menos perder a importância. Ficar tentando equilibrar as coisas, não deixar transparecer o que você sente (se bem que nunca me esforcei muito pra esconder também), tudo porque é insuportável a idéia de que as coisas mudem de novo.
Já deixou de ser bonitinho. Já deixou de ser um sentimento gostoso.
Fazer tudo isso exige demais de mim. Não dá pra aguentar o tempo todo.
E o pior é não saber o que fazer. São mais horas e horas gastas pensando e tentando descobrir o próximo passo.
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