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terça-feira, 6 de outubro de 2009

2014, 2016 e Um Presidente...

...como sempre, depois da conquista do Rio para sede das Olimpíadas de 2016, a mídia se inundou de críticas, sempre com argumentos válidos. Mas depois de uma discussão em sala de aula sobre o assunto, somado a algumas notícias sem relação direta, comecei a entender melhor o que acredito ser o plano do presidente pro Brasil.

Sim, o país tem sérios problemas de educação e saúde, e os mais de 29 bilhões a serem investidos no país para os Jogos poderiam muito bem ser utilizados de outra forma. Ouvi muitos argumentos de que esse não era o momento do país sediar eventos deste porte, que tem muito o que se resolver antes. Ora, concordo em partes. Porém, acreditar que um dia o país não terá mais nenhum problema é um pouco de ingenuidade. Problemas todos os países têm, inclusive o Brasil. Não adianta dizer que não existe miséria, desigualdade social e etc. Mas se nos basearmos neste critério, então quando será a hora de sediar um evento internacional deste porte?

Tenho a impressão de que temos o hábito de enxergar as coisas a curto prazo. Que a população acredita que em quatro anos um homem só pode mudar um país inteiro. Eu já prefiro ver as coisas como um processo, algo que vai levar vários "quatro anos". Não creio que existirá um dia um presidente que mudará absolutamente tudo em 4 ou 8 anos, mas sim um que vai começar com um trabalho decente e que outros continuarão.

Creio que a intenção do presidente seja dar uma maior projeção internacional pro Brasil. Nos últimos dois meses, viramos credores do FMI, recebemos grau de investimento, fomos escolhidos para sediar uma Olimpíada e pleiteamos uma posição no Conselho de Segurança da ONU. Pra mim ficou claro depois de ver todas essas notícias em tão pouco tempo qual era a intenção do Governo.

Claro que alguns críticos vão afirmar que isso é desperdício de dinheiro, que existem coisas mais importantes para se investir, e eu concordo em partes. Porém, passo a ver o lado "não-tão-ruim" da coisa. Como insinuei anteriormente, o governo está tomando ações a longo prazo. Uma projeção internacional melhor do país significa que no futuro teremos maiores investimentos da comunidade internacional. Significa que teremos mais dinheiro injetado no país para aqueles investimentos que tanto esperamos na saúde, educação, segurança e todos os problemas que estamos cansados de saber. Pelo menos, esperamos que seja este o plano. Sendo assim, as críticas sempre me pareceram de uma visão limitada, sem conseguir enxergar algo maior, algo a longo prazo.

Não poderia dizer se o momento é correto para dar ao país uma projeção internacional maior. Não sou político, nem governante, muito menos extremamente estudado no assunto. Mas pelo que acompanho de notícias, não me parece um momento tão ruim assim. Creio que ainda estamos acostumados a governantes inexperientes, e não aprendemos ainda a confiar em quem escolhemos para comandar o país. Talvez seja a hora de acreditar que eles sabem o que estão fazendo, dar um voto de confiança. De qualquer forma, isso é algo que precisará ser feito um dia. Talvez, quanto antes, melhor.

Com a Copa e as Olipíadas, o país vai gastar dinheiro, assim como gastou com o Pan. Se por um lado investir bilhões de dólares reformando todos os estádios do país para a Copa e reformando e ampliando o complexo do Pan possa parecer um desperdício de dinheiro, por outro, devemos lembrar que junto com esses investimentos vêm outros na infra-estrutura do país. Investimentos em transporte, sistema viário, segurança... Sem contar que estes eventos sempre trazem grande incentivo turístico, o que automaticamente se reverte em dinheiro entrando no país.

Resta saber se todo esse dinheiro que será investido no Brasil, agora com a Copa e as Olimpíadas e futuramente com uma melhor projeção internacional, vai ser bem utilizado. Nem todos os investimentos gerados por estes eventos são bem vindos ou necessários. Muitos setores que deveriam ser prioridade ficaram de fora, mas existe a esperança que estes investimentos gerem mais dinheiro para ser aplicado onde é necessário. O Brasil é um país novo, de história recente, e que está em processo de aprendizagem, e ainda tem um longo caminho pela frente. É bem mais fácil encontrar os argumentos para criticar a conquista para ser a sede dos Jogos Olímpicos. Expandir a visão e tentar entender o que pode acontecer lá na frente já requer um pouco mais de esforço.

Não posso dizer que sou completamente a favor de sediar os jogos, mas também já não sou mais tão contra. Prefiro ser otimista e acreditar que um dia tudo isso que está acontecendo agora trará benefícios ao país.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Good Ol' Times...

..ontem eu tive a oportunidade de assistir na faculdade um filme de Charles Chaplin chamado Modern Times (Tempos Modernos) de 1936. O começo do filme era bem relevante à matéria que estávamos estudando, e retratava a vida dos operários em plena Revolução Industrial e mostra claramente o Taylorismo tão forte na época.

Mas não foi o teor pedagógico que me fascinou, embora tenha sido proveitoso. Fiquei de queixo caído com a genialidade de Chaplin. Claro que nessa época os filmes eram quase mudos, e um ator precisava passar todos os sentimentos de outras formas, com expressões corporais e faciais, e Chaplin fazia isso perfeitamente. Me impressionou o modo como ele conseguia deixar bem claro o que o personagem pensava ou sentia em cada cena. É realmente uma arte perdida.

Sempre dizia a mim mesmo que não se fazem mais filmes como antigamente, e definitivamente isso ficou mais forte depois da aula. Tanta tecnologia disponível, tantos efeitos que enchem nossos olhos, e quando nos deparamos com algo mais simples, ficamos muito mais emocionados, porque a forma de contar uma história ou de passar uma emoção é completamente diferente. É mais humana, mais próxima do real. Os filmes não têm mais o mesmo requinte, aquela sensação de elegância, de Old School Hollywood. E por isso os filmes clássicos sempre exerceram um certo fascínio em mim, mas nunca alimentei muito isso. Apenas me limitava a assisti-los quando tinha oportunidade. Me lembro da única vez que fui ao Noitão HSBC, e o filme que eu mais gostei foi um preto e branco da Carmem Miranda e Groucho Marx. Era uma comédia pastelão daquelas que não se vê mais hoje em dia, e que entretêm muito mais do que qualquer filme atual.

Precebi que eu tenho uma tendência a gostar desse tipo de filme, e depois de ontem resolvi alimentar um pouco mais esse hobby. Quero incluir alguns desses filmes na minha eterna coleção de DVDs e escolher mais alguns clássicos pra assistir. E também, assim que puder, quero voltar no Noitão HSBC, vai que eu dou sorte de novo...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Simple Times...

...esses dias recebi um e-mail da Carol com aqueles questionários que também são comuns em fotologs, daqueles que você responde perguntas pessoais. Uma das perguntas era "do que você sente saudades". Percebi que meu instinto foi responder "de tempos mais simples".

De fato, não é incomum que eu sinta falta da época em que a minha única preocupação era como ia passar minha tarde. Minhas únicas responsabilidades eram 2 ou 3 trabalhos do colégio, ir pro inglês às segundas e quartas (que pra falar a verdade, eu sempre gostei, nunca vi como obrigação) e academia todos os dias em algumas épocas. Tudo era mais simples, mais divertido, com menos responsabilidades. Era uma época mais fácil.

Mas quando parei pra pensar melhor no assunto, percebo que agora tenho coisas que nunca poderia ter naqueles tempos mais simples. São certos privilégios de ser adulto. E eu não conseguiria abrir mão destes privilégios.

Não acho que dá pra dizer que eu gostaria de voltar àqueles tempos. Não por completo. Eu acho que seria mais adequado se pudesse ser uma fuga. Se eu pudesse ir pra lá quando cansasse desse mundo adulto tão cansativo e estressante, quando eu só quisesse respirar um pouco. E aí eu poderia voltar pra realidade quando quisesse, quando sentisse falta de certas coisas que cabem somente aos adultos.

Acho que uma das ironias da vida é que quando a gente é mais novo, ficamos ansiosos esperando logo pelos 18 anos, pra que que a gente possa desfrutar desses tais privilégios exclusivos. E quando acontece, as coisas começam a passar tão rápido que você mal vê, mal consegue acompanhar. E muitas vezes é uma mudança muito drástica, muito rápida. Muitas vezes a gente nem vê o que nos atropelou.

E nessas horas nós nos cansamos e pedimos de volta aqueles tempos em que não tínhamos preocupações.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

La Tortura...

...eu sei que às vezes a gente magoa as pessoas que não queremos sem querer. Às vezes são cadeias de eventos que fogem do nosso controle e que trazem consequências. São atos involuntários que simplesmente acontecem.

Por mais que você se arrependa, mostre que mudou, peça desculpas ou qualquer coisa que você ache que tem que fazer pra se redimir, os sentimentos não se vão de uma hora pra outra. Sempre tem um período de tempo entre 'estar tudo absolutamente bem' e 'ainda não tá tudo bem mas tá começando a ficar'.

Eu sempre encaro esse período de tempo como um castigo, uma punição merecida por ter feito qualquer coisa que você tenha feito. Porque quando se gosta demais de alguém, esse tal desse período de transição é incômodo. É uma lembrança constante de que você fez algo que machucou alguém que você gosta muito. Acho que pode ser chamado de 'peso na consciência'.

Eu encaro isso como justiça também. Afinal, se você fez alguma coisa, nada mais justo do que você sentir algo tão incômodo de volta, não é?

Então quando acontece comigo, eu só abaixo a cabeça e calo a boca.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Greed...

...às vezes me pergunto se um dia vou me contentar com o que tenho.

Aprendi desde pequeno com o Mateus a não ser conformista. E vendo meu histórico, essa conversa que tivemos uma vez quando ainda éramos crianças fez efeito em mim. Nunca fui de me acomodar e ficar muito tempo no mesmo lugar.

Quando comecei a trabalhar isso (junto com outros fatores) contribuiu pra eu não parar por muito tempo em um mesmo emprego. Eu não me sentia satisfeito, não era o suficiente.

Na FNAC eu fui vítima da minha inquietação de novo. Fiquei 1 ano lá, entrei em um cargo que eu nunca quis esperando por uma promoção em breve. Passaram 6 meses, a oportunidade veio e não aconteceu. Algumas outras oportunidades apareceram depois dessa e nada aconteceu, até que um ano depois minha paciência se esgotou e eu tomei meu rumo. Se eu tivesse sido mais paciente, eu provavelmente teria sido promovido uns 3 meses depois, quando a loja nova abriu. Mas sei que eu provavelmente não estaria mais lá. Não me via muito tempo e sei que eu não ia mudar de cargo lá dentro tão cedo. Mas acho que se eu tivesse esperado mais um pouco as coisas poderiam ter começado a se ajeitar um pouco antes pra mim.

Onde estou atualmente é meu segundo emprego onde me sinto plenamente satisfeito. O anterior a esse também me satisfazia, mas sabia desde o começo que era um beco sem saída. Trabalhar aqui já me abriu algumas portas, e eu vejo mais eprspectivas no futuro.

O problema é essa ganância. Estou aqui fazem mais ou menos 8 meses e já estou querendo mais do que posso. Poderia conseguir algumas das coisas que eu quero, mas viriam com certa dificuldade. Não acho que vale a pena.

Por um lado foi essa ganância que me trouxe até aqui, que fez com que eu não me contentasse e sempre procurasse algo melhor, algo a mais. Foi ela que fez eu progredir e atingir um outro patamar na minha vida.

Por outro, me assusto com a perspectiva de nunca me satisfazer, de ser um nômade e nunca fazer uma carreira, não parar no mesmo lugar.

Talvez eu não tenha fincado raízes por não ter precisado (não como quem tem uma família pra sustentar, por exemplo). Talvez minha hora chegue na hora certa, mas até lá eu vou dançando conforme a música. Sei que preciso aprender muita coisa antes de chegar onde quero.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Where Lies Your Loyalty?

Estou um pouco cansado de repetições, de ter sempre os mesmos problemas, ouvir sempre as mesmas coisas, dizer as mesmas coisas. Eu tenho uma paciência enorme quando se trata de lidar com pessoas, mas por maior que seja, existe um limite. E esse é um caso que nunca é bom ultrapassá-los.

Eu acho que fiz a minha parte, fiz o que me cabia. Daí pra frente já não é mais da minha competência. Eu não posso pegar na mão de ninguém e obrigar a fazer o que eu disse. Eu dei minha opinião quando foi pedida, conforme foi muito bem ensinado pela dona Cida. Mas é desgastante estar no mesmo ciclo durante meses a fio sem ver absolutamente nada de novo.

Eu tenho minhas preocupações, tenho muito do que cuidar. Demorei uma vida pra conquistar o que tenho em mãos, e o verdadeiro esforço vai ser manter isso. Talvez eu esteja negligenciando algumas áreas importantes da minha vida em prol de outras pessoas. Geralmente eu não ligo pra isso, mas acho que tenho colocado muita coisa em risco desnecessário. Acho que tem coisas na minha vida no momento que necessitam mais da minha atenção. Afinal, como eu já disse, já fiz a minha parte.

Eu só acho que estou muito cansado dessa situação, e não preciso disso. Não vejo mais motivo pra continuar me intrometendo em situações como essa porque simplesmente não está funcionando. Apenas posso dizer que fiz o que achei que tinha que fazer. Agora vou voltar minhas atenções pra outra coisa.

E não quer dizer que vou tirar alguém da minha vida, nem cortar relações. Apenas vou aproveitar que não precisam mais de mim e me voltar pra outras coisas, deixar essas coisas me afetarem menos. Agora eu acho que eu preciso cuidar um pouco das minhas coisas, firmar as bases do que conquistei.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Self Made...

...quando eu passei na Uninove, minha mãe, ao me parabenizar pela aprovação, me disse, "e o mais importante, você tá se fazendo sozinho".

Essas palavras ficaram instantâneamente gravadas na minha mente. Eu fiquei um tempão pensando nisso, até cair na real. Acho que são palavras que nunca vou esquecer. Talvez seja o maior motivo de orgulho que eu possa ter. E também foi o que a Carol disse, que esse é um dos maiores motivos dela se orgulhar de mim.

Quando ela falou isso, eu comecei a lembrar de tudo que aconteceu depois do divórcio. Meu pai saiu de casa e deixou um garoto de 17 anos mimado, acostumado a ter tudo na mão, a ganhar 10 reais por dia pro almoço no colégio, que nunca tinha trabalhado na vida. A realidade bateu logo e eu tive que me virar pra arranjar um emprego. O primeiro foi na pura cara de pau, eu literalmente entrei na lan house e perguntei se tavam contratando. Acabei dando sorte.

E eu não tinha maturidade pra trabalhar. Desse emprego até o atual, eu fiz muita merda, cometi muitos erros e perdi muitos desses empregos por causa disso. E levou tempo, mas eu amadureci. Cresci profissionalmente e fui entendendo o que é ter um emprego e precisar dele.

Muitas vezes me senti amargo ao ver meus amigos da mesma idade aproveitando a vida, viajando, gastando dinheiro com coisas legais e divertidas, enquanto eu mal tinha o suficiente pra passar o mês. Sentia a minha vida roubada, que eu fui obrigado a amadurecer antes da hora e não pude aproveitar como deveria.

Mas felizmente isso passou, e percebi que era apenas uma faceta de uma imaturidade que deixei pra trás. Percebi que o que eu ganhei com tudo isso foi muito mais valioso do que qualquer viagem ou bem material. Talvez eu tenha sido forçado a amadurecer mais cedo mesmo, mas nem de longe isso foi ruim. No fim, vejo que foi necessário, que eu precisei de tudo isso pra chegar onde estou.

No meio disso tudo teve a faculdade. Eu comecei a fazer Direito, enquanto meu pai pagava a pensão. Era o único jeito que eu conseguiria estudar. O que eu e minha mãe ganhávamos juntos e sozinhos na época não era nem de longe o suficiente pra pagar uma faculdade dessas. Dois anos depois, eu tive que largar sem terminar porque não estava mais recebendo pensão.

Isso me deprimiu muito, porque eu não tinha perspectiva nenhuma de voltar a estudar. Achava que não teria mais futuro, não achava que ia conseguir um bom emprego sem faculdade. Mas em algum momento eu tive que me apegar à esperança que não importa o quanto demore, um dia as coisas se acertam. Um dia tudo dá certo e entra no seu lugar.

Então eu fui vivendo minha vida esperando, fui onde ela me levava. Passei por empregos que não tinham futuro e não me davam nada, apenas evitavam que eu morresse de fome. As coisas começaram a dar certo no final do ano passado, e continuaram melhorando até o dia de ontem, que foi quando eu completei a minha triforce. Quando, na primeira vez na minha vida, eu tive em mãos tudo que eu sempre quis, tudo que eu sempre julguei necessário pra ser feliz.

Mas claro que não é tão simples assim. Não bastou ter atingido esses objetivos, eu preciso manter eles. Preciso manter meu emprego, minha namorada e minha faculdade. E se por um lado isso me deixa em um estado de felicidade indescritível, também assusta um pouco. Isso de 'se fazer' é um pouco assustador, porque se não der certo, não vou ter a quem culpar. A culpa vai ser única e exclusivamente minha. E isso pra quem tem o hábito de sempre achar um culpado que não seja ele, definitivamente é assustador.

Mas desde que eu aprendi a ter atitude, coisas assustadoras e medos nunca me impediram de tentar. Mesmo que a perspectiva de um dia perder isso, eu prefiro usar esse medo pra me manter motivado a me esforçar pra manter isso.

Vai ser uma luta pra uma vida inteira.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Comentando Notícia

http://moda.terra.com.br/interna/0,,OI3797070-EI1119,00-Campanha+publicitaria+gera+polemica+na+GraBretanha.html

Queria saber em que mundo essas pessoas vivem em que universitários não têm vida sexual ativa, ou em que mundo as pessoas não recebem uma exposição pesada ao sexo desde cedo.

É muita hipocrisia.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

be the light in my eyes

"orkut - Carolina B. lhe enviou um depoimento" ou "Caixa de Entrada (1) Cah escreveu:"

A primeira coisa que faço quando chego no escritório é abrir meu e-mail. Então quando ela me manda alguma coisa, é a primeira coisa que vejo no meu dia. E quando a primeira coisa que vejo no meu dia é isso aí em cima, eu já abro um sorriso.

E são as coisinhas pequenas que ela faz que deixam meu dia um pouquinho melhor, porque não há nada igual do que começar o dia assim, com um e-mail carinhoso de quem você gosta e de quem gosta de você.

Ela diz que eu fiz dar tudo certo pra ela, que eu sou o pé de coelho, mas ela também tá fazendo tudo dar certo pra mim, e tem um papel enorme na minha vida, é uma parte importante nos meus planos, no que eu acredito que seja necessário pra eu ser feliz. É provavelmente a maior parte, porque é nela que eu me apóio quando preciso.

Ela é um terço da minha felicidade, um terço da minha recompensa. Ela é um terço da prova de que uma hora tudo dá certo e tudo se ajeita.

Porque eu nunca estive tão perto de conseguir tudo que eu sempre quis, e ela é parte fundamental disso.

so if I say save me save me
be the light in my eyes
and if I say ten Hail Mary's
leave a light on heaven for me ~

segunda-feira, 9 de março de 2009

Friends...

...acho que eu tô ficando dependente demais dos meus amigos.. dos mesmos amigos.

Tô começando a entrar naquelas crises de "preciso conhecer gente nova". E realmente, queria conhecer mais gente, sair com pessoas diferentes.

Não me entendam errado, eu amo meus amigos e não vou me afastar deles. Mas criar uma dependência do jeito que eu tô criando não me deixa sentir bem também.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Se eu tivesse que colocar uma ordem...

...acho que seria mais ou menos assim:

1o. Sexo matinal
2o. Sexo pós banho
3o. Sexo durante o banho

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

"Cansei de ser bonzinho". Já perdi a conta de quantos posts eu comecei assim. E nunca deixei de ser bonzinho.

O fato é que não estou acostumado a não gostarem de mim. Muito pelo contrário. Então quando eu me deparo com isso, fico incomodado e curioso. Pelo menos até eu ligar o foda-se. Porque aprendi a não me estressar muito com quem não gosta de mim.

Dessa vez, eu lavo as mãos e digo que a culpa não foi minha. Fiz o que me pediram e tentei. Mas foi tentando que descobri que as coisas não deveriam ter mudado. Eu quis, e tentei. Mas só eu quis isso.

E quando dois não querem...

Talvez essa pessoa até tenha motivos pra não gostar de mim. Se ela souber mais do que deve, ou tiver um bom senso de dedução, admito minha "culpa". Eu faria o mesmo no lugar dela.

Caso contrário, bem, eu simplesmente não entendo. Mas também vou desistir de entender. Ir a favor da maré é mais conveniente nesse caso, esse resultado também vai me satisfazer.

A parte cansativa vai ser andar sobre ovos e ter que ficar tomando cuidadinhos irritantes pra situação não tomar as proporções erradas.

De resto, o que posso dizer... eu tentei...
Quando eu tô apaixonado, eu pareço uima criança de 4 anos, do tipo "te empresto meu brinquedo favorito só pra você gostar de mim".

sábado, 10 de janeiro de 2009

Sex...

...sex is overrated. Não porque não é tão bom quanto dizem. É por causa da posição em que colocam ele.

Tem pessoas que falam como se sexo fosse assim alguma coisa sagrada e divina. Uma coisa que você faz só com o amor da sua vida, com sua alma gêmea.

Eu não poderia discordar mais.

Da forma que eu vejo são duas coisas completamente diferente. O famoso "fazer sexo e fazer amor".

Sexo é uma necessidade. E é uma necessidade mesmo quando ainda não o conhecemos. Uma necessidade como qualquer outra, como tomar banho. Uma hora seu corpo acorda e pede por isso. Chama-se puberdade. Mesmo quando você não sabe o que é isso, você quer. Talvez em parte porque todo mundo fala sobre isso e fala o quanto é bom. Mas também tem a ver com necessidades físicas. Todo mundo deve saber os benefícios de se fazer sexo. Eu poderia resumir dizendo apenas que faz bem pra pele.

Sexo também é usado de forma hedonista. Não é uma visão que concorda necessariamente com a necessidade, mas ainda assim é uma forma válida de se ver o assunto. É buscar o sexo puramente por prazer, fazê-lo simplesmente porque é bom, porque é divertido.

E claro, fazer sexo quando se está apaixonado e com a pessoa por quem você tem sentimentos, é infinitamente melhor do que sexo por prazer ou por necessidade. Não existe maior forma de expressar seu amor e seu carinho por alguém do que dar a ela um prazer que só é atingido dessa forma. Não existe conexão mais forte entre duas pessoas do que essa. E tudo isso pode soar muito piegas, mas qualquer um que já fez sexo com quem ama vai chegar na mesma conclusão se parar pra pensar um pouquinho.

O que não entendo são as pessoas que julgam aqueles que conseguem ver o sexo de outra forma que não a pelo amor. Não consigo entender o que há de errado em fazer sexo só porque sente necessidade ou só por diversão. Do jeito que eu vejo, contanto que ninguém saia machucado, não há problema algum. Acredito que cada um sabe o que faz e é responsável pela própria vida. Eu respeito aqueles que fazem sexo apenas quando estão enamorados e com amores. Só não faz muito sentido pra mim. Se negar um prazer ou uma necessidade só porque falta um elemento subjetivo como o sentimento sem um motivo sólido.

Contanto que tudo seja feito com responsabilidade e consciência, que mal há? Nunca consegui ouvir um argumento convincente sequer de uma pessoa que faz sexo apenas por amor. Apenas a mesma baboseira de ser uma coisa íntima. Concordo, é íntimo... mas e daí? As coisas mudam tanto assim só porque alguém te viu pelado? Eu acho que não.

E não creio que eu pense assim por ser homem. Conheço um tanto de mulheres que compartilham o mesmo ponto de vista. Sexo é bom e todo mundo quer, não vejo necessidade de guardar isso só pra quem você tem sentimentos. Por isso que digo que colocam o assunto em uma posição que não deveria estar. É algo que precisamos em nossa vida sempre, não importa o motivo. O motivo só serve de pretexto mesmo, pra justificar o ato. Não tem necessidade de um pedestal tão alto.

Apenas faça o que te der vontade.



(de forma responsável, por favor)

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

3 of 3...

...talvez eu já tenha falado sobre isso em algum outro post. Mas acho que nunca fiz um post só pra isso.

Certo dia determinei que pra eu ser feliz eu ia precisar de três coisas: um bom emprego, estudo, e alguém pra compartilhar isso (ou seja, namorada). Desde então, meu objetivo foi juntar essa Triforce, ter esses três elementos ao mesmo tempo na minha vida. Nunca consegui.

O mais longe que cheguei foi ter namorada e estudo, ou namorada e emprego, ou estudo e emprego. Mas nunca tive os três juntos. Nem que fosse por um mês, uma semana.

Até então, eu sempre dava mais importância pra busca por um romance. Isso me prejudicou em vários níveis. Até que graças à amigos, eu abri os olhos, e no final de 2007 prometi que em 2008 iria priorizar a busca por um emprego que me deixasse satisfeito.

Foi mais ou menos por aí que percebi que eu estava fazendo tudo errado. Eu sempre digo que levo minha vida no improviso, mas isso é algo que precisava ser planejado. Percebi que antes de mais nada, precisava formar a base do triângulo, e isto seria com um bom emprego. Isso me possibilitaria ter um estudo melhor e no final das contas, quando tudo estivesse estável, poderia me dedicar à ponta do meu triângulo.

Como promessa de ano novo é serious business, em 2008 me dediquei ao meu aspecto profissional, e embora tenha tido meus deslizes no meio do caminho, me saí muito bem. Terminei o ano no melhor emprego que já tive (não o mais legal, mas pelo menos o melhor em outros aspectos) e aprovado em um concurso importante. Foi um ano em que cresci muito profissionalmente, que mudei muito da forma como encaro um emprego. Eu diria que eu amadureci profissionalmente, e isso foi necessário e me favoreceu muito.

Pra 2009 pretendo manter as promessas dos anos anteriores. Pretendo continuar me dedicando ao trabalho e não pretendo sair deste. Então eu diria que um dos elementos do meu objetivo de vida está estável. Seria hora então de buscar os outros dois.

No primeiro semestre quero me estabilizar no meu emprego, pra poder planejar o início de uma faculdade no segundo semestre. Isso tudo vai ser um processo muito delicado, porque vou depender do emprego pra manter os estudos. Então não vou poder descuidar desse aspecto.

Quanto ao outro, bem, muito pouco posso fazer... Não é algo que dependa inteiramente de mim, e já foi provado que uma busca cega por amor é a minha ruina. Minha parte já estou fazendo: estou perdidamente apaixonado. Falta ser correspondido. Esse é um elemento que vou ter que deixar acontecer naturalmente, pra não me prejudicar mesmo.

Portanto não faria sentido eu fazer uma promessa de ano novo em que eu vá buscar isso. Juntar esses 3 elementos é meu objetivo de vida, não é algo que tenho que fazer ao longo de um ano. É algo que eu vou buscar incessantemente até juntar tudo, até conseguir e nunca mais perder. É a minha busca pela felicidade.

Mas a minha esperança é que 2009 termine com a minha Triforce.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Das Promessas de Ano Novo...

...de alguma forma, sempre que eu faço promessa de ano novo eu consigo cumprir. E nos últimos dois anos eu fiz bastante e muita coisa mudou. Mas tanta coisa mudou que esse ano quase não tenho muitas promessas. Acho isso muito bom. Finalmente consigo dizer que me sinto satisfeito com a minha própria vida. Tanto que não tenho tido mais as minhas fugas que antes eram constantes. Pro ano que vem, quero pouquinha coisa de mim, já conquistei bastante. Mas esse pouquinho vai ser importante pra mim também.

Eis a minha lista:

• Levar mais a sério a academia e a dieta, pra conseguir entrar em forma até o fim do ano
• Não falar tanto sobre aquilo (ou melhor ainda, não falar at all)
• Planejar alguma coisa pra fazer na virada de 2009 - 2010 (sim já estou pensando no fim do ano porque esse é o último que quero passar sem fazer nada)
• Ser um pouco mais.. hmm.. discreto.. com certas coisas

E além disso, vou atrás do meu [b]3 of 3[/b], que até hoje nunca consegui. Sempre fiquei no meu 2 of 3 no máximo. Não vou incluir isso como promessa porque implica em perseguir algo que estou evitando, porque consumiu muito da minha vida já, e é uma coisa que eu prefiro que ocorra naturalmente, e não por eu perseguir tanto isso. Por isso prefiro não considerar uma promessa. A questão é que o 3 of 3 é o meu objetivo de vida, e como eu já conquistei a parte que talvez seja a mais difícil dele, agora acho que posso voltar um pouco mais de atenção pros outros elementos dele. Tenho quase certeza que consigo terminar o ano voltando pro 2 of 3, mas ainda vamos ver. E eu espero que eu esteja onde eu quero até o fim de 2009 x)

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

The Third...

...depois de falar da Verônica e da Andréia, a próxima na fila é a Mariana.

A Mariana foi a primeira que deu certo. A primeira que cheguei às vias de fato e construir um relacionamento que durou 2 anos e 9 meses. Teve um começo despretensioso, onde nenhum dos dois tinha nada a perder mesmo. O engraçado foi que um relacionamento que muita gente não botava fé por causa da distância acabou durando tanto. O que prova que quem tem que botar fé são as pessoas envolvidas, e não os outros.

Não posso negar o que ela representou na minha vida, e não posso dizer que não a amei por tudo que ela fez e o que ela significou. Afinal, ela foi a minha primeira namorada, e a primeira em muitas outras coisas também. Acho que esse é o tipo de coisa que a gente nunca esquece, né?

Uma das coisas que eu mais gostava no nosso namoro é que eu tive a oportunidade de fazer muitas coisas com ela que ela nunca tinha feito. Creio que nunca vou esquecer de quando eu acordei ela no banco de trás do carro pra ver o mar pela primeira vez lá de cima da serra ainda. Esse é o tipo de coisa sem preço, sabe? Proporcionar sensações e experiências novinhas em folha pra uma pessoa. É algo que põe um sorriso no seu rosto muito facilmente, e muito difícil de esquecer.

Tenho boas memórias desse tempo todo, e posso dizer que aprendi bastante com a experiência e amadureci muito. Precisei disso pra me descobrir, pra amadurecer. Boa parte disso tudo foi do lado dela. Além disso, o colo de poucas pessoas faziam o mesmo efeito que o dela. Me lembro um dia que eu estava na casa dela, e tive notícias desagradáveis de São Paulo, e ela fez o que pôde nesse dia pra que eu melhorasse. E deu certo.

Infelizmente chegamos em um ponto de nossas vidas que queríamos coisas diferentes, e as coisas deixaram de funcionar como antes. Nós mudamos como pessoas, passamos a ter objetivos diferentes, e deixamos de ser compatíveis. Então acabou que cada um foi para o seu lado seguir a sua vida.

Mas felizmente posso carregar a experiência e as sensações comigo.

Biga 2.0...

...claro, no post anterior eu me limitei a falar dos meus defeitos. Mas o texto da Biga e as idéias que ele me traz são muito mais amplos que isso. É que as regras da estética e boa redação me impedem de falar de dois assuntos diferentes na mesma redação, então vamos à segunda parte do post.

Acho importante termos diversidade de idéias. Olhando de forma ampla, não consigo imaginar onde a humanidade estaria se não houvesse divergências de idéias, se não contestássemos as verdades ao invés de simplesmente aceitá-las.

Olhando pra dentro de mim, eu prefiro ser versátil. Prefiro poder conversar com qualquer tipo de pessoa sobre qualquer assunto. Realmente não faz sentido ficar em cima do muro se podemos experimentar um pouco de tudo. E eu acho que devemos mesmo experimentar um pouco de tudo. Conhecer novas idéias, novos pontos de vista, só nos trás benefícios. É impossível contar quantas vezes mudei de opinião sobre alguma coisa após conhecer um ponto de vista diferente.

Claro, podemos ir a dois ou mais lugares, em pontos diferentes da vida. Talvez em determinado momento seja mais conveniente ou confortável ir pra um lugar, mas depois as coisas mudam, e o outro pareça ser mais atraente. Então seria estupidez continuar sempre no mesmo lugar, não? Mas às vezes demoramos um pouco mais em determinados lugares, seja qual for o motivo. Mas uma hora acabamos tendo vontade de nos mudar. Ou pelo menos pessoas como eu, de espírito inquieto e com vontade de ver tudo.

É preciso nos recriarmos a cada dia, seja pra nos adaptar aos novos tempos ou pra simplesmente melhorarmos como pessoas, ou apenas para nos livrarmos de uma carga que não precisamos mais.

É possível não ser uma pessoa só, eu diria até que é necessário. Eu mesmo tenho vários "eus", não sou o mesmo com todo mundo nem trato todo mundo de forma igual porque não são todos iguais. E pra algumas pessoas, talvez isso seja até mesmo uma necessidade, uma forma de "caber dentro de si mesmo"

Eu detestaria que todos os meus amigos me descrevessem da mesma forma. Mesmo que muitos vão mencionar alguns fatos em comum, que são nossa essência, eu acredito que cada um me vê de uma forma diferente do outro, porque eu me apresento dessa forma pra eles.

A vida é uma só, e depois não tem volta. Eu pelo menos não quero deixar a minha sem ter conecido um pouco de tudo que puder conhecer.


Para referência:
http://www.fotolog.com/bio_abigail/40261422
http://www.fotolog.com/bio_abigail/40318137

Biga...

...tem vezes que precisamos repensar o que somos.

Foi tomando café da manhã e lendo os textos da Biga que vi essa frase. Eu parei a leitura imediatamente e vim postar isso aqui pra eu poder ler quando quisesse. A princípio só ia jogar isso aqui e deixar, mas essa frase tão simples me inundou tanto de pensamentos que quis elaborar um texto melhor.

Mesmo porque eu me identifiquei muito com esse texto, e podia fazer um post pra quase todos os parágrafos em separado.

Acho que repensar o que sou é uma das constantes na minha vida. Acho que sou muito consciente das minhas falhas e dos meus defeitos, por isso estou sempre tentando consertá-los.

Às vezes encaro isso como uma busca à perfeição, mas isso me soa um pouco paradoxal. Eu mesmo não acredito que exista uma pessoa completamente despida de defeitos, então por que eu tento chegar lá?

Em outros casos, é mais como uma questão de sobrevivência pra mim. É apagar ou amenizar algo que uma pessoa não gosta em mim simplesmente pra eu poder conviver com ela, ter qualquer relacionamento que seja. Esse é um dos mais difíceis, porque não é necessariamente uma mudança completa, apenas temporária. Então eu tenho que me policiar constantemente pra não deixar aquele defeitinho escapar. É um pouco cansativo às vezes.

E por fim, tem aqueles que eu quero mudar porque eu simplesmente não gosto. Tem coisas que estão tão enraizadas em mim que por mais que eu me esforce, não consigo mudar. Quase consegui algumas muitas vezes, mas em certo ponto, as coisas voltaram como eram antes. Isso me lembra uma coisa que a Bia me disse uma vez, que tem coisas que são nossa essência, e que não dá pra mudar. Acho que na nossa essêcia podem existir algumas imperfeições então, que não conseguimos mudar completamente. Talvez apenas amenizar.

Os dois ultimos anos têm sido um marco na minha vida. Depois de uma mudança brusca, onde um dia as coisas eram de um jeito e na manhã seguinte já era tudo diferente, foi a hora de começar a repensar os conceitos. Era um daqueles momentos de se apontar dedos, de atribuir e dividir culpas. E após assumir a minha parte, era hora de mudar. E como toda boa pessoa metódica, hora de listar aquilo que deveria mudar e encontrar forças e motivações, onde quer que fossem, pra chegar lá. E foram dois anos de batalhas e recaídas e conquistas também.

Hoje olho pra trás e vejo: talvez eu tenha atingido a "perfeição". Talvez eu já tenha mudado tudo que eu podia mudar. Não quero dizer que estou livre de defeitos. Muito pelo contrário. Ainda os tenho aos montes, mas são daqueles que não consegui mudar. Talvez seja a minha "essência".

Mas talvez ainda não seja a hora. Digo isso porque eu não desisti ainda de mudar as tais coisas que me incomodam. Talvez sejam apenas mais difíceis e levem mais tempo e exijam mais esforço. Talvez seja uma batalha que vai durar minha vida inteira, ou talvez mude tudo ano que vem. Talvez seja mesmo até uma batalha perdida.

Mas posso dizer que por ora estou satisfeito. Conquistei meus medos e minhas preocupações, e por enquanto quero apenas saborear o gosto dessa conquista.

Xmas...

...tá chegando o natal e eu com uma puta vontade de dar um presente épico. Queria alguma coisa bem extravagante, que fosse grande e cara e exagerada (adoro exageros), mas que também fosse inesquecível. Que todo mundo pudesse ver, sabe? Bem exibido mesmo...

Uma coisa que sempre quis dar de presente são aqueles ursos de pelúcia gigantescos, de mais de 1 metro. Ou então perfumes, kits de banho... Adoro comprar essas coisas.